quinta-feira, junho 30, 2022
20 C
São Vicente
20 C
Santos
15.7 C
Peruíbe
20 C
Praia Grande
16.6 C
Itanhaém
19.9 C
Guarujá
19.8 C
Mongaguá
20 C
Bertioga

Paulo Guedes: Auxílio emergencial pode ficar para abril

Leia mais

Homem morre após ser atropelado pela própria máquina de trabalho em Cubatão

O operador Antônio Vieira da Silva, de 77 anos, morreu após ser atropelado pela retroescavadeira com que trabalhava em uma obra municipal...

Olha o golpe: cursos oferecidos pela prefeitura de São Vicente são falsos

Circula nas redes sociais o anúncio do “Programa Mais Educação”, no qual são oferecidos 1.000 cursos de capacitação. A ação de criminosos...

Falsos funcionários de seguradora levam mais de R$ 7 mil de idosa em São Vicente

Uma idosa de 74 anos caiu no golpe da seguradora bancária, por supostos funcionários da seguradora, em São Vicente, na Baixada Santista....

Policiais recuperam motocicletas roubadas em São Vicente

Polícia Militar recupera 9 motocicletas produto de furto, na madrugada desta quarta-feira (29). As motocicletas foram localizadas próximo...

Embora o governo esteja trabalhando para retomar o pagamento do auxílio emergencial ainda em março, a primeira parcela da nova rodada deverá ficar para abril, disse ontem (12) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em entrevista a um portal de internet, ele declarou que o benefício vai variar de R$ 150 a R$ 375.

De acordo com Guedes, o Ministério da Cidadania está definindo a formatação do programa para decidir em que casos o beneficiário receberá o menor e o maior valor. O ministro disse que a renovação do auxílio emergencial só não saiu antes porque a política tem um tempo próprio para autorizar os gastos extras.

“Não há disputa. Ninguém está fazendo política subindo em cadáver”, rebateu. Para Guedes, as contrapartidas fiscais exigidas na proposta de emenda à Constituição (PEC) Emergencial foram necessárias porque o governo não tinha condições de continuar a pagar um benefício de R$ 600.

“Um auxílio de R$ 600 não seria sustentável e ia virar inflação, o que prejudicaria os mais pobres. Com R$ 600 por mais dois anos, a inflação vai a 5%, 6%, 7%”, argumentou o ministro.

ADVERTISING

Desidratação
Em relação à aprovação da PEC, Guedes admitiu que o texto não ficou 100% do que a equipe econômica desejava. Para ele, a retirada de pontos propostos pelo governo é natural e faz parte da independência dos Poderes. “Uma certa desidratação é natural do processo político”, declarou.

Mesmo com o resultado, o ministro ressaltou que a PEC passa uma mensagem importante de responsabilidade fiscal, ao instituir um “protocolo fiscal com gastos” ao determinar contrapartidas para a nova rodada do auxílio emergencial. “Se o mercado perceber que você está sendo inconsequente, na mesma hora inflação e juros sobem e o Brasil vai para estagflação de novo”, advertiu o ministro.

Seguro-emprego
O ministro voltou a confirmar que pretende reinstituir o programa de suspensão de contratos e de redução de jornada de trabalho para preservar empregos e deu mais detalhes sobre a criação do “seguro-emprego”. Segundo Guedes, esse novo seguro representa a antecipação do seguro-desemprego e ajudará a financiar parte do Benefício Emergencial (BEm), compensação paga aos trabalhadores com contrato suspenso ou jornada diminuída.

“Vamos pagar R$ 500 para ele [o trabalhador] ficar protegido por 11 meses. A cobertura é maior e é mais barata pra nós”, acrescentou o ministro. Pela ideia, o governo pretende dividir o custo do BEm com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), por meio da antecipação do seguro-desemprego.

Inflação
Sobre a alta da inflação, Guedes disse que o aumento de preços é temporário, relacionado à subida do dólar e do preço internacional das commodities (bens primários com cotação internacional). Ele também atribuiu parte da inflação ao aumento de demanda por alimentos e material de construção relacionada ao auxílio emergencial.

Segundo o ministro, a aprovação da autonomia do Banco Central e das reformas fornecerão o sinal de que a inflação não é permanente. Para ele, os novos presidentes da Câmara e do Senado podem destravar a pauta de votação e trabalhar pela aprovação de projetos que atraiam investimentos, como a construção de ferrovias, a navegação de cabotagem, as concessões e as privatizações da Eletrobras e dos Correios.

“O Brasil vai ser a maior fronteira de investimentos em 2021. Ninguém vai oferecer tanta oportunidade de investimento”, declarou.

Fonte: Diário do Litoral

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Últimas notícias

Homem morre após ser atropelado pela própria máquina de trabalho em Cubatão

O operador Antônio Vieira da Silva, de 77 anos, morreu após ser atropelado pela retroescavadeira com que trabalhava em uma obra municipal...

Olha o golpe: cursos oferecidos pela prefeitura de São Vicente são falsos

Circula nas redes sociais o anúncio do “Programa Mais Educação”, no qual são oferecidos 1.000 cursos de capacitação. A ação de criminosos...

Falsos funcionários de seguradora levam mais de R$ 7 mil de idosa em São Vicente

Uma idosa de 74 anos caiu no golpe da seguradora bancária, por supostos funcionários da seguradora, em São Vicente, na Baixada Santista....

Policiais recuperam motocicletas roubadas em São Vicente

Polícia Militar recupera 9 motocicletas produto de furto, na madrugada desta quarta-feira (29). As motocicletas foram localizadas próximo...

Greve pode deixar São Vicente sem ônibus nesta sexta-feira

Na última quinta-feira (23), os trabalhadores da Otrantur, empresa que opera o transporte público de São Vicente, em assembleia decretaram...