quarta-feira, novembro 9, 2022
19.6 C
São Vicente
19.6 C
Santos
15.8 C
Peruíbe
19.6 C
Praia Grande
15.8 C
Itanhaém
18.2 C
Guarujá
16.5 C
Mongaguá
17.8 C
Bertioga

É condenado a 20 anos de prisão, ex-militar que treinava membros do PCC na zona noroeste

Leia mais

Fumar cotonete: nova moda entre jovens e crianças traz riscos à saúde

Um novo desafio do TikTok está preocupando os especialistas. Agora, uma nova tendência levanta riscos entre o público jovem: fumar cotonete. A...

Praia Grande abre processo seletivo para vagas de auxiliar de guarda-vidas temporário

Os interessados já podem se inscrever para o novo processo seletivo para as vagas remanescentes e temporárias de auxiliar de guarda-vidas, de...

PAT de Guarujá oferece 20 novas vagas de emprego

O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Guarujá, na Baixada Santista, oferece 21 novas oportunidades de emprego. Há vagas para diversas...

Procon-SP alerta consumidores para a Black Friday

A Black Friday 2022, evento que promove descontos e ofertas, começa dia 25 de novembro no Brasil. O Procon-SP divulgou algumas recomendações...

Um ex-militar do Exército acusado de treinar membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) para manuseio de armas, na Zona Noroeste de Santos, foi condenado, nesta semana, a 20 anos anos de prisão. O juiz Leonardo de Mello Gonçalves, auxiliar da 2ª Vara Criminal de Santos, observou, ao fixar a pena, que o ex-militar, conhecido no crime como “Soldado”,  “possui culpabilidade exacerbada e personalidade desvirtuada”, visto que que recebeu treinamento do Exército Brasileiro e não fez bom uso disso.

“Pelo contrário, fez mal uso ao se dedicar a ensinar criminosos a manusear armamento para proteger a organização (criminosa) e atacar policiais”, escreveu o juiz.

A condenação foi pelos crimes de tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e permitido e associação criminosa. O ex-militar nega os crimes.

“Soldado” foi preso por policiais da 1ª Delegacia da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) regional, em 10 de junho de 2020, na casa onde morava, no Caminho São Sebastião, no Rádio Clube.

ADVERTISING

Sob o comando do delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior e do investigador-chefe, Paulo Carvalhal, os investigadores cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa de soldado e apreenderam uma pistola Glock de calibre 9mm, carregada com seletor de rajadas, munições diversas, incluindo de fuzil, máquina para embalar drogas, carregador para fuzil, granada, rádio comunicador, 100 gramas de cocaína, pó branco para mistura, balança de precisão e seis folhas com anotações do tráfico.

Investigações que resultaram na prisão do ex-militar, e consequente condenação, foram comandadas pelo delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior (Foto: Nair Bueno/DL)

Um dos investigadores que que realizou o flagrante disse em juízo que “Soldado” era um gerente do PCC na área e ensinava integrantes a limpar as armas, usá-las e municiá-las.

Com relação às folhas de anotações do tráfico, “Soldado”, se negou, durante o processo, a fornecer material para exame grafotécnico.

“Das seis folhas de anotações da contabilidade do tráfico, vê-se que o acusado possui ciência e controle da distribuição, entrada e saída de dinheiro dos pontos de tráfico dos quais é responsável”, considerou o juiz.

O magistrado ainda entendeu que “Soldado”, ao se negar a fornecer o material para o exame grafotécnico, buscou evitar “uma prova inconteste de sua responsabilidade pela prática do crime de tráfico de entorpecentes”.

“Soldado” negou que o material ilícito apreendido lhe pertence e diz que policiais já estavam com a arma, drogas, munições e demais objetos.

O juiz observou que a versão de negativa do ex-militar resta isolada nos autos do processo, “já que os depoimentos prestados pelas testemunhas de acusação, aliados aos demais elementos de prova contidos nos autos, demonstram de forma inequívoca a sua responsabilidade pelos crimes descritos na denúncia”.

Cinco anos no Exército

“Soldado” foi lotado no 2° Batalhão de Infantaria Leve (Batalhão Martim Afonso), em São Vicente, por cinco anos. À época da prisão, o batalhão, por meio de seu comandante, informou que “repudia todo ato criminoso praticado por qualquer cidadão”.

“O 2º BIL reforça  que a conduta do cidadão deve ser apurada e punida com os rigores da lei”, disse o comandante.

Fonte: Diário do Litoral

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Últimas notícias

Fumar cotonete: nova moda entre jovens e crianças traz riscos à saúde

Um novo desafio do TikTok está preocupando os especialistas. Agora, uma nova tendência levanta riscos entre o público jovem: fumar cotonete. A...

Praia Grande abre processo seletivo para vagas de auxiliar de guarda-vidas temporário

Os interessados já podem se inscrever para o novo processo seletivo para as vagas remanescentes e temporárias de auxiliar de guarda-vidas, de...

PAT de Guarujá oferece 20 novas vagas de emprego

O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Guarujá, na Baixada Santista, oferece 21 novas oportunidades de emprego. Há vagas para diversas...

Procon-SP alerta consumidores para a Black Friday

A Black Friday 2022, evento que promove descontos e ofertas, começa dia 25 de novembro no Brasil. O Procon-SP divulgou algumas recomendações...

Destaque do carnaval paulista é achada morta em casa

Vítima de um infarto, um dos grandes nomes do carnaval paulista, a passista Michelle da Costa Chaga, conhecida como Michelle Mibow, de...