A mulher, atualmente com 74 anos, obteve pensões militares indevidas em 2003 e 2004, utilizando o nome de solteira (Raimunda) para se apresentar como irmã de um 2º sargento da Aeronáutica e filha de um ex-militar da Marinha, apesar de já ser casada há 30 anos e não ter direito aos benefícios. Ela usou duas identidades e documentos falsificados para solicitar pensões em ambas as Forças Armadas, além de manter dois CPFs ativos. Para ocultar a fraude, apresentava duas declarações de imposto de renda, contratando contadores diferentes, e votava como se fosse duas pessoas, Ruth e Raimunda, garantindo o recebimento das pensões. O Tribunal de Contas da União (TCU) realiza auditorias mensais e anuais para identificar fraudes, como a acumulação indevida de benefícios e verificar a conformidade dos pagamentos com a legislação.







