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Esquerda foca em religiosos, para tentar derrubar Bolsonaro

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Para diminuir as chances de reeleição de Jair Bolsonaro (sem partido), candidatos de oposição ao governo iniciaram ataques ao favoritismo do presidente com documentários distribuídos em templos, igrejas e terreiros, ressaltando a importância das medidas de isolamento social e a solidariedade com a população vulnerável, que tem passado fome com a paralisação da atividade econômica.

O principal argumento das legendas de oposição é que, ao adotar uma defesa da flexibilização do porte de armas e uma postura negacionista diante da pandemia do coronavírus, o presidente tem contrariado princípios fundamentais do cristianismo, como o amor ao próximo e a defesa à vida. Com isso, o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem discutido a elaboração de uma carta pública a segmentos religiosos, entre eles o evangélico, colocando-se à disposição para diálogo. Apoiando os direitos trabalhistas, o transporte digno e as férias remuneradas que é a maior defesa da família, porque permite que os pais tenham mais tempo com seus filhos. A defesa da família envolve muito mais que os trabalhadores tenham direitos justos.

Com os ataques dos candidatos da esquerda, Bolsonaro iniciará na última semana uma reaproximação com pastores evangélicos que apoiam a sua gestão. No Palácio do Planalto, o presidente da República recebeu em audiências privadas o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, e o pastor Fábio Sousa, da Igreja Fonte da Vida.

Na sexta-feira passada (23), o presidente viajou a Manaus, onde se reuniu com líderes evangélicos. O movimento da esquerda em direção a setores que apoiaram Bolsonaro em 2018 preocupou deputados e senadores governistas que, desde o início deste mês, têm alertado o presidente sobre a necessidade de ele fazer uma contraofensiva.

“A ideologia de vocês [esquerda] é totalmente contrária à ideologia de um verdadeiro cristão”, reagiu Malafaia em um vídeo divulgado na quinta-feira passada (22), gravado dias após o encontro com Bolsonaro. “Isso é a ideologia de vocês, que é 100% contrária à ideologia de um verdadeiro cristão.”

O presidente avalia fazer, também no segundo semestre deste ano, uma espécie de périplo por templos evangélicos. Bolsonaro quer ainda reforçar que, desta vez, cumprirá a promessa de indicar um jurista “terrivelmente evangélico” para o STF (Supremo Tribunal Federal).

Adventista, o presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Humberto Martins, tem ganhado força junto à equipe do presidente e a denominações evangélicas para substituir o ministro decano Marco Aurélio Mello, que completará 75 anos em julho e deixará o Supremo.

Em conversa na semana passada com integrantes do centrão, Bolsonaro afirmou que Humberto Martins tem chances, mas que hoje o favorito para o posto é o pastor presbiteriano e ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), André Mendonça.

A última pesquisa Datafolha, realizada no início deste mês, mostrou que os eleitores evangélicos tendem a avaliar de forma mais positiva o presidente e a relativizar mais a pandemia do coronavírus.

De acordo com o instituto de pesquisa, o índice de ótimo ou bom atribuído à condução da crise sanitária pela atual gestão passa de 33%, na população em geral, para 41% considerando apenas os evangélicos.

O esforço da esquerda tem sido o de tentar diminuir a rejeição criada contra ela nos segmentos evangélicos e o de convencê-los que a atual gestão, apesar de adotar uma retórica favorável à pauta de costumes, não implementou políticas públicas que melhoraram a vida dos cristãos, como a redução do desemprego e a diminuição da pobreza.

O receio de Bolsonaro, manifestado a alguns assessores palacianos, é justamente de que o agravamento da pandemia do coronavírus e a escalada da crise política, sobretudo com a instalação da CPI da Covid, possam levar parcela do eleitorado evangélico a migrar para candidaturas oposicionistas.”

Fonte: Diário do Litoral

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