A Justiça do Trabalho determinou que, caso continue a paralisação dos trabalhadores da limpeza urbana na Baixada Santista, pelo menos 70% do efetivo deve permanecer em atividade em cada turno e posto de trabalho, por se tratar de serviço essencial. A decisão foi tomada durante audiência de conciliação realizada na noite de segunda-feira (16) no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo. O descumprimento pode gerar multa diária de R$ 50 mil.
A paralisação, organizada pelo Siemaco Baixada Santista, envolve funcionários das empresas Terracom Construções, Terra Santos Ambiental e do Consórcio PG Eco Ambiental, que atuam em Bertioga, Cubatão, Guarujá, Praia Grande, Santos e São Vicente. Na segunda-feira, cerca de 1.960 trabalhadores participaram do movimento entre 6h e 14h, enquanto a categoria cobra esclarecimentos sobre os valores pagos no Programa de Participação nos Resultados (PLR) de 2025.
Uma nova assembleia está marcada para esta terça-feira (17), quando o sindicato deve propor a retomada do trabalho enquanto analisa os documentos das empresas sobre o cálculo do benefício. O tribunal determinou que as empresas apresentem, em até 48 horas, a metodologia detalhada do cálculo do PLR. Uma nova audiência de conciliação foi agendada para sexta-feira (20), às 16h.
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Fonte: Santa Portal







