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O silêncio dos Prefeitos da Baixada Santista sobre as aglomerações religiosas.

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Com o fim do lockdown na Baixada Santista e o regresso para o Plano São Paulo, um detalhe vem sendo apontado como dois pesos e duas medidas. O fato é que nenhum prefeito da Baixada Santista se manifestou sobre a determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Kassio Nunes Marques, que ordenou a reabertura sem “restrições” de igrejas e cerimônias religiosas a partir de hoje 4 de abril.

O Plano São Paulo, adotado pelos prefeitos da Baixada Santista, nesta atual fase da pandemia, não permite aglomerações em cultos e cerimônias religiosas.

O que não dá para entender é por que nenhum dos prefeitos do CONDESB, até o momento não se pronunciou sobre este assunto? Afinal, o lockdown na Baixada Santista foi decretado para evitar aglomeração, achatar a curva de contaminação e salvar vidas.

Inevitavelmente as atividades religiosas em grupo causam aglomerações, inclusive de idosos considerados grupo de risco. Há registro de muitos líderes religiosos sem máscaras durante missas e cultos. O que causa estranheza é a ausência de posicionamentos dos prefeitos da Baixada Santista, que optaram em regressar para o plano São Paulo.

Em contrapartida, alguns grupos religiosos estão com as atividades paralisadas desde o início da pandemia, em março do ano passado. Outros, encontram nas lives e reuniões online uma alternativa de manter os cultos e respeitar a quarentena.

O Lockdown da Baixada Santista deixa dúvidas para vários munícipes que questionam o que foi feito de fato para o enfrentamento da pandemia na área da saúde municipal durante o período de lockdown. A precariedade na saúde pública de alguns municípios ainda é assustador. Para muitas pessoas nada foi feito de concreto, apenas algumas maquiagens enquanto continuamos perdendo vidas diariamente.

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